A violência contra a mulher não tem uma única face. Ela pode ser silenciosa, invisível e até disfarçada de “brincadeira”. Mas todas machucam e precisam ser combatidas.

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A violência contra a mulher não tem uma única face. Ela pode ser silenciosa, invisível e até disfarçada de “brincadeira”. Mas todas machucam e precisam ser combatidas.

Os principais tipos de violência:

Física: agressões, empurrões, tapas, socos, tentativas de sufocamento.

Psicológica: humilhações, ameaças, chantagens, manipulação e isolamento.

Sexual: assédio, forçar relações ou práticas contra a vontade.

Patrimonial: destruir ou controlar bens, documentos e recursos da mulher.

Moral: ofensas, calúnias, difamações que ferem a dignidade.

Infelizmente, em muitos casos, essas violências terminam no extremo mais cruel: o feminicídio — quando mulheres são mortas simplesmente por serem mulheres.

No Brasil, há uma média de 4 mulheres vítimas de feminicídio por dia (dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Agosto Lilás é um grito coletivo para lembrar que esse ciclo precisa acabar.

É um chamado para que toda a sociedade se una, para que nenhuma mulher se sinta sozinha, desamparada ou sem voz.

📣 Denuncie. Ligue 180.
📍 Em Capim Grosso, procure o CREAS ou converse com alguém de confiança.

Porque violência contra a mulher não é problema particular, é problema de todos nós.
E o silêncio nunca pode ser a resposta.